14.12.09

NATAL, UMA FESTA PAGÃ ?



A palavra Natal vem do latim natale, relativo ao nascimento. O mundo ocidental cristão define o Natal como a celebração do nascimento de Jesus Cristo, e isso ocorre, todos os anos, no dia 25 de dezembro. Observando a história, podemos analisar que a comemoração do nascimento de Jesus, através de uma data especifica, era de pouco interesse dos cristãos. Visto que não há registro do dia especifico desse extraordinário acontecimento: o verbo se fez carne (João 1:1,14), os cristãos escolheram por si mesmos uma data para celebrar o Natal. Poderiam escolher outra data qualquer, mas a escolha recaiu sobre o dia 25 de dezembro, que era uma ocasião já consagrada no calendário do Império Romano pela grande festividade do Natal do Sol Invicto. Esta festividade era celebrada pelos adoradores do Sol (normalmente conhecidos com Mitra). O Mistraísmo era um culto que possuía algumas semelhanças com o cristianismo e, paradoxalmente, diferenças intransponíveis. Era uma religião de mistério, que concorria intensamente com o cristianismo na busca de fiéis. O Cristianismo entrou em conflito com essa religião e, finalmente, a venceu. A escolha de 25 de dezembro como data do nascimento de Jesus ofuscou as festividades do Natal do Sol Invicto dos pagãos e consagrou o dia do nascimento do verdadeiro Sol da Justiça, que para os cristãos é Cristo: Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça...(Ml.4.2). Dessa maneira, os cristãos daquela época cristianizaram um dia festivo do calendário romano, argumentando que Jesus é a verdadeira Luz. Pois o próprio Senhor Jesus afirmou em João 8.12 que Ele é a Luz do mundo. Foi uma maneira que esses cristãos acharam de considerar o feriado romano e trocar o objeto de culto, já que não tinham uma data especifica. Com isso, destruíram o culto pagão, condenando-o ao desaparecimento. Assim sendo, o Natal ao contrário de ser considerada uma festa pagã, é sim válido e de muita gratidão nos regozijarmos pelo acontecimento impar na história da humanidade:

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade e Príncipe da Paz” (Isaias 9:6).

1.12.09

O político como agente corrupto e corruptor.

Para se fazer qualquer comentário sobre as últimas imoralidades de nossos políticos, creio que devemos fazer uma análise sobre a figura de quem faz a política: o político. O que temos visto, ouvido e lido sobre o político em geral, salvo raríssimas exceções, é que se trata de um individuo que está acima de tudo, comprometido consigo mesmo. Faz tudo em função dos seus interesses pessoais. Para ele, a política, é um meio de se obter riquezas ilícitas, influência e poder. Quando em campanha eleitoral, promete de tudo a todos para vencer as eleições. É amigo de todos, irmão de todos, solidário de todos; não perde sequer os velórios. Dá presentes, promete empregos e critica seus concorrentes tentando mostrar lealdade e firmeza de ideais que na verdade não existem. Quando eleito e empossado, passa a lotear todos os cargos públicos entre seus parentes, cabos eleitorais e protegidos com o intuito de empregar ás custas do dinheiro público a sua máquina eleitoral. Prática a famigerada “caixinha” com o intuito de levantar recursos para si mesmo e para as próximas eleições. Tudo que faz visa apenas conquistar novos adeptos, semelhantes a ele mesmo, para aumentar seu poder e influência. As reivindicações justas da comunidade ou de indivíduos, quando atendidas, visam envolver e comprometer os beneficiados, os quais, mais cedo ou mais tarde, terão de retribuir ao político o que receberam do bem público. Quando o dito político pertence a um partido que está se desgastando diante da opinião pública, muda de partido, até que esta nova situação também se torne impopular. Como individuo, não assume suas responsabilidades, muitas vezes nem a de comparecer às reuniões oficiais e às sessões dos legislativos. Cria privilégios para si mesmo: salários, aposentadorias e mordomias de valores astronômicos. O político está sempre preocupado com as próximas eleições, pois vencê-las garante-lhe uma parte do poder que, obviamente, assegura-lhe seus privilégios e interesses. Os partidos políticos no Brasil são, via de regra, agrupamento de pessoas que possuem vínculo entre si, mais por causa de seus interesses pessoais comuns do que por razões ideológicas.Os programas políticos dos partidos são freqüentemente encomendados a juristas. Esses produzem belas peças de literatura jurídica que nada tem a ver com a prática dos políticos, os quais, normalmente, nem sequer tomam conhecimento desses programas. Trata-se de uma mera farsa entre si apenas em função dos interesses de seus “caciques”. A própria inconsistência dos partidos lhes garante uma vida curta, pois é com grande rapidez que caem no descrédito e frustram o eleitorado. A classe política como um todo tem um comportamento contrário ao progresso, na medida em que ela, ocupando todo o aparato estatal, sacrifica os interesses nacionais em seu próprio beneficio. No Brasil, essa classe controla a maior parte da economia, sendo o Estado proprietário de patrimônios fabulosos. O Estado detém os monopólios do petróleo, das grandes siderúrgicas, é dono dos sistemas de portos e de uma infinidade de indústrias. O Estado também se encarrega de legislar e normatizar todas as regras econômicas. Lembrando que a classe política controla o Estado, aí podemos ver como a corrupção se instala em seu meio com tanta facilidade. Em termos gerais, os políticos, na atualidade, são extremamente perniciosos á nação e tornam-se piores á medida que expandem a penetração do Estado na economia. Afinal, cada negócio, monopólio e setor onde o Estado interfere significa mais poder e mais influência dos políticos e seus associados potencializando meios de corrupção. Quando os brasileiros são iludidos e se deixam enganar pelas promessas de políticos, estão na verdade contribuindo para que a nação continue vivendo de falsas esperanças. Estão dando combustível a crise política, que continua se alastrando e arrasando a sociedade.Precisamos dar um basta a esta situação. É necessário limitar a ação e presença do Estado ás áreas que lhe diz respeito, reduzindo-o apenas ás dimensões necessárias, limitando a ação dos políticos e assumindo o controle e direção da sociedade.É preciso que se copie as politicas dos paises berço da Reforma religiosa como Alemanha,Inglaterra, Suécia onde o estado perdeu campo para a iniciativa privada, dando reais valorização a politicas de ensino e empreendedorismo, que foi a base do ensino religioso/economico da Reforma.
Quando o catolicismo caiu e a Reforma ascendeu, o véu da ignorancia e do ostracismo veio abaixo. E hoje estes paises estão no rol dos paises do primeiro mundo enquanto os paises mais católicos, como México, Filipinas, Brasil, Espanha e Portugal amargam como paises subdesenvolvidos.

23.11.09

Crianças e Jovens, Maturidade e Ética.


É alarmante o numero de crianças e jovens que estão sendo arrastados para uma vida marginal ao serviço do crime e das drogas em nosso País. Diariamente os noticiários jorram em nossa sala de estar este esgoto a céu aberto em nosso bairro, na nossa cidade, em nosso estado e nação. A maturidade legal está determinada na Constituição Brasileira. Alguns direitos e deveres civis iniciam aos 16 anos, como no caso do direito do voto, mas grande parte das responsabilidades civis, como no caso penal, são definidas aos 18 anos, como a idade em que o individuo exerce seus principais deveres cívicos e patrióticos. Porém, a maturidade plena só é atingida aos 21 anos. A maior dificuldade, no entanto é estabelecer critérios, quanto mais objetivos possíveis, para definir a maturidade psíquica, moral e espiritual da pessoa. As perguntas mais freqüentes que surgem são: quando é que uma pessoa adquiriu autonomia e independência sobre os seus atos? Ou, quando é que deixa de ser “criança” e passa a ser adulta? Em outras palavras, quando é que não precisamos mais obedecer aos pais e podemos tomar conta do nosso próprio nariz e fazer da nossa vida o que bem entendermos? Estas questões implicam em tomada de decisão sobre ações que mais tarde podemos nos arrepender de tê-las feito e nos lastimar por não termos dado ouvido a pessoas mais experientes.O ser humano, a cada novo momento da vida, depara-se com situações novas que nunca viveu antes e sobre as quais não tem o mínimo conhecimento. Por isso, é importante que esteja aberto para aceitar o conhecimento daquelas pessoas que já passaram por experiências semelhantes, a fim de aprender as lições de vida que outros já tiveram. Por isso, maturidade tem muito mais a ver com bom senso do que com capacidade intelectual e psíquica. Maturidade não se mede pelo Q I  de uma pessoa, mas por sua boa vontade  em aprender e praticar aquilo que se traduz em consciência ética. Maturidade ética tem tudo a ver com as características da pessoa, da dimensão racional (cognitiva, volitiva e afetiva), da razão das ações e da consciência social que o individuo tem ou deixa de ter. Por isso desde nossa infância é de suma importância termos um alicerce sobre o qual edificaremos nossa vida quando adulto. Pois se lá, na infância não somos responsabilizados pelos nossos atos  e nem são levadas sério nossas decisões, muito provavelmente nosso senso de ética nos fará sofrer “os rigores da lei”. Esta onda de destruição de nossas crianças já conseguiu derrubaram baluartes  referenciais tais como, família, escola, estado.Por favor, lideres evangélicos vamos despertar e nos voltar aos pequeninos de nossa comunidade, não falo de nossas crianças dentro de nossas igrejas, mas das que estão ao redor do nosso magnífico templo.

17.11.09

O VALOR DE UMA AMIZADE




O que é Amizade ?

Diz-nos o dicionário que Amizade significa: sentimento de quem é amigo, afeição recíproca entre duas pessoas, simpatia, estima, boas relações amor, dedicação, benevolência...

Estes dias li em um cartaz :

Web, emails, blogs, scraps, sites..... mas ainda me sinto sózinho !

Lendo estes conceitos percebo que nos dias atuais em meio ao mundo tão agitado, onde corremos desde que levantamos até ao adormecer, não temos mais tempo de usufruir todo bem que um verdadeiro amigo nos faz.
Aquela amizade sincera, gostosa, que dá prazer para os dois lados, pois um amigo não é só aquele que ri quando você está feliz, e sim aquele que chora quando tu estas triste. Na amizade tem que haver dupla troca, ou seja, não pode apenas um se beneficiar com a amizade. Para um amigo não se precisa pedir favor, ele mesmo percebe tua necessidade; também não é preciso pedir segredo, pois ele saberá que não deverá contar a outrem teus segredos. Para um amigo nunca vais ter que pedir desculpas, pois não fará nada para magoá-lo, e nem será necessário convidá-lo para o teu aniversário, pois ele terá prazer em ir felicitá-lo e nas horas difíceis será o primeiro a chegar.

Por estas e outras tantas razões vejo que a amizade é o bem mais precioso que nós temos. Refletindo sobre isso me pergunto: Por que está tão difícil termos amizades hoje? Será que não estamos nos dando o suficiente para o nosso amigo ou vice-versa?

Será que estamos procurando amigos só quando estamos em dificuldades e não percebemos as dificuldades dele?

. “Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo”. (que é o amor) Gal. 6:2,7.

6.11.09

CULTO RACIONAL + FÉ RACIONAL = ADORAÇÃO PERFEITA


É um conceito lógico, perfeito, que o apóstolo Paulo resumiu em uma operação matemática.
A apresentação do corpo como parte integrante do
culto a Deus nos parece condizer com a temática atual.
Pois o culto ao corpo esta em evidência e é a máxima em vários círculos sociais e religiosos.
Estão ai as academias, a lipoaspiração, a musculação, os institutos de beleza, a massoterapia...

Mas o receituário de Paulo nos faz uma clara distinção no versículo dois,
ele parece estar gritando como um atalaia de prontidão, pois parece que muitos estão como que absorvidos, envoltos com o sistema de coisas a nos embaraçar, mas Ele clama:

 “não vos conformeis com este século (geração), mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
O que está acontecendo e como está se desenvolvendo, não tem nada a ver com vocês cristãos,
isto é, não devemos seguir este padrão mundano, que cultua o seu próprio corpo e o oferece não a Deus.
Mas se desejamos experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus, devemos sim
apresentar com todos os cuidados necessários, corpo, alma e espírito a Ele.
Como culto e razão de nossa fé Racional e Deus o receberá como Adoração perfeita.

24.10.09

O Momento Histórico / Dia da Reforma


O calendário marcava o dia 31 de outubro do ano de 1517, véspera do feriado de Todos os Santos. Na entrada da imponente Igreja do Paço, na cidade Wittenberg, situada bem no centro da Alemanha, um homem de estatura média, vestido em trajes de monge, aparentava um pouco mais de 30 anos, fixava algumas folhas de papel na tábua do portal destinada a anúncios acadêmicos. Os transeuntes, não pareciam ligar muito para atitude do monge; alguns o conheciam, sabendo que se tratava do professor e padre Martim Lutero, docente de Estudos da Bíblia na universidade recentemente fundada em Wittenberg: Devia ser coisa de padre ou de professor. Para os que estavam mais por dentro, talvez tenham entendido logo que o professor estava fixando naquela tábua uma série de teses teológicas, desafiando os colegas docentes e os estudantes a discutirem com ele as colocações feitas nas teses, numa data previamente marcada. Sabia-se que elaborar teses e defênde-las em ambiente acadêmico era direito e dever de cada professor da universidade.Era o que estava realmente acontecendo: o professor Martim Lutero acabara de expor ao público as 95 teses sobre uma prática comum da igreja de então: A prática de concessão de indulgências, isto é, do perdão de punições da igreja. Alguns meses antes, Lutero já havia mandado cartas a 2 bispos relacionados com aquela prática.Como os bispos nem haviam respondido suas cartas, ele resolvera via a público. As teses sem demora forma copiadas por leitores entusiasmados, e logo passaram a ser impressos e multiplicadas pelas máquinas que Gutenberg tinha inventado 70 anos antes. No decorrer de 2 meses, a Alemanha foi inundada por milhares e milhares de exemplares daquele escrito evidentemente revolucionário. Mais 2 meses, e traduções das teses para outras línguas européias tinham sido espalhadas em todos os recantos do continente.Parece uma coisa improvável: Uma série de teses acadêmicas, no decorrer de algumas semanas se transforma em assunto de conversa tanto do povo nas ruas, como também dos nobres nos palácios e dos teólogos nos templos e nos mosteiros!Como muitos teólogos, Martim Lutero discordava de algumas práticas eclesiásticas difundidas no clero e no povo. Mas entendia que o papel da teologia era justamente de fazer valer a verdade expressa na Bíblia e nas boas tradições da igreja, ajudando o papa a manter a igreja no caminho certo. Ele próprio havia jurado fidelidade á Bíblia, ao ser investido com o doutorado em Teologia, e estava decidido a cumprir o juramento, a serviço de Deus e a igreja. Assim ele resolveu enfrentar a prática de certos pregadores, que vinham alvoroçando o povo com suas pregações interesseiras e inescrupulosas. Ele na era o único a condenar a atividade dos que apregoavam as “indulgências”, mas era o único teólogo que decidiu abrir a boca e voltar-se com a decisão contra uma prática que sabia incompatível com o Evangelho de Jesus Cristo. Aquele ato nada extraordinário do monge Martim Lutero, viria a desencadear uma avalanche sem precedentes na história espiritual, cultural, social econômica e política da Europa, como também em grande parte do mundo de então. Abalaria a Igreja Católica, desencadeando o movimento da Reforma.
Por Lindolfo Weingärtner/Editora Otto Kuhr Ltda.

15.10.09

Nem só de Pão viverá o Homem ? ?



Em certos círculos cristãos, os assuntos de pobreza e fome são ignorados, sob a máscara da espiritualidade. Argumentam que o evangelho trata somente de coisas espirituais, e eles têm prazer em citar a passagem acima (Mt.4.4). É verdade que Jesus salienta a necessidade do alimento espiritual como também do alimento físico, mas jamais disse que o homem viveria somente pelo alimento espiritual. De fato esta declaração tem sentido somente na base da realidade da necessidade do alimento físico. O que Jesus estava dizendo era que o homem jamais poderia viver plenamente sem o alimento espiritual, mas não pode continuar existindo sem o alimento físico. O Senhor Jesus jamais apelou para a existência do mundo espiritual para escapar da presença da necessidade física. Ele nunca falou que é justo não ter pão material enquanto se tem pão espiritual.  Pois Ele é o exemplo clássico da demonstração deste principio bíblico.  Pois estava sempre no meio dos homens necessitados, reconhecia sua calamidade física como real, e atuava constantemente para fazer algo concreto sobre as necessidades humanas. Motivado por Amor Ele curava as enfermidades físicas, alimentava os famintos, e, assim, revelava a natureza amorosa do seu Amado Pai Celestial. Jesus Cristo é a essência do amor. E a beleza de sua vida permanece em julgamento contra a indiferença ao fenômeno da fome e da pobreza. A justificativa dos milhões de famintos em nome da espiritualidade é simplesmente uma fachada.
O nosso problema básico é a indiferença. O nosso problema verdadeiro é a negligência, que a Bíblia chama de pecado. Quando ligamos esta justificativa com a atitude típica das classes ricas e médias em desprezo aos pobres, não somente nos posicionamos fora da tradição bíblica, mas revelamos o mesmo tipo de cegueira espiritual da qual são culpados os bodes do Juízo (Mt. 25:31-46). A Bíblia é clara em expor este tipo de negligência como opressivo, do qual o crente em Jesus, que é motivado pelo amor, não pode tomar parte. Jamais nos esqueçamos do direito do ser humano á alimentação!

1.10.09

DIA INTERNACIONAL DO IDOSO

No Brasil é comemorado no dia 27/09 e Internacionalmente é dia 01/10.
A velhice como é natural não é algo novo. A expectativa de vida tem aumentado no decorrer dos séculos, mas sempre houve pessoas idosas. Mesmo nos tempos bíblicos as pessoas mais velhas aparentemente enfrentavam a rejeição. Embora fosse reconhecido que a sabedoria crescia com a idade, é interessante notar que o salmista orou: “Não me desampares, pois ó Deus, até na minha velhice e que chegue os meus cabelos brancos”. Ele aparentemente sabia que os velhos são às vezes rejeitados. Mas devemos enfatizar que para milhões de pessoas esta é uma época feliz. Nem todos que tem mais de 65 anos são solitários, tem saúde, sentem tédio, são pobres ou explorados. É naturalmente verdade que muitas dificuldades surgem quando a idade vem chegando. Algumas vezes a pessoa idosa é respeitada pela sua sabedoria, mas na maioria das vezes é vista como uma figura tremula e tola- cujo o ponto de vista é reforçada pelas comédias na televisão.Não é de se surpreender por tanto, que muitas pessoas idosas ocultem a idade, procurando parecer que ainda estão na meia-idade e freqüentemente se considerem de maneira negativa, perpetuando assim o estereótipo moderno de que “ser velho é ser feio”.

No geral se supõe que a velhice comece entre os 60 a 65 anos. As pessoas, porém envelhecem em idade diferente, tanto física como psicologicamente. É importante então lembrar que pode haver grandes diferenças nas condições de saúde, atitudes, capacidade e aparência física. Alguns parecem velhos aos 40 anos enquanto outros se mostram jovens e vigorosos mesmo ao entrar na casa dos 80. A falta de respeito pelo idoso, a crescente ênfase sobre os adolescentes e jovens e a substituição de mão-de-obra pela tecnologia deixou milhares de pessoas de mais idade sem um papel a desempenhar na sociedade. Recebemos a ordem de honrar nossos pais para que sejamos de longa vida sobre a terra, (Efésios 6.2). A Bíblia, portanto, é realista em sua descrição sobre os problemas da velhice, positiva em sua atitude quanto ao valor da mesma e especifica em seus mandamentos sobre como devemos tratar os idosos. Fica perfeitamente claro que as pessoas de idade devem ser respeitadas, cuidadas e amadas como seres humanos, pois é mandamento !

25.9.09

QUEM LAVA A LOUÇA OU TIRA O LIXO ?


Em Gálatas 6:10 Paulo diz : “façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé”. Nossas boas ações devem atingir todos os homens, cristãos ou não. Devemos seguir o exemplo de nosso Pai Celestial que “faz nascer o seu sol sobre bons e maus, e vir chuvas sobre justos e injustos”. Não obstante na instrução de Paulo há uma prioridade de responsabilidade: primeiro os crentes e depois os incrédulos. Creio que podemos extrair desta ordem, uma prioridade semelhante referente às nossas famílias. Devemos fazer o bem a todos os homens, mas principalmente aos da nossa família. Paulo disse a Timóteo: “Se alguém não tem cuidados dos seus e especialmente aos da sua própria casa, tem negado a fé, e é pior que o descrente” (1Timóteo 5:8). As boas obras devem começar em casa. Se saímos a fazer as boas obras aos outros enquanto  “esquecemos” as necessidades da esposa, do esposo, do filha, do neto, da mãe, do pai, do sogro, da sogra.....não estamos  exercitando a graça da bondade ou das boas obras.  Como maridos, muitos de nós temos bastante que crescer na área de boas ações no lar. Há muitas coisinhas que podemos fazer dentro de casa, bem como em torno dela, para sermos mais sensíveis no atendimento ás necessidades de nossas esposas. Quem leva o lixo para fora em sua casa? O melhor ensino vem pelo exemplo. Se quisermos treinar nossos filhos na prática de boas ações (eles devem ser treinados mas não aprendem a fazê-lo naturalmente), então devemos ser o exemplo. Pergunto, quantos meninos crescem em lares cristãos e jamais tem o privilégio de ver o papai lavar a louça ou esfregar o piso da cozinha? E quantos jovens em nossas igrejas não tiveram o privilégio de ver o seu tão decantado pastor manejar uma miserável vassoura no templo ao redor do mesmo? Para crescermos na graça e nas boas ações, os deveres desagradáveis e menos prezados do lar propiciam uma oportunidade de praticar boas ações aos que nós mais amamos. Façamos o bem a todos, mas especialmente aos de nossa própria família.

18.9.09

2ª Blogagem Missionária Coletiva




Alguém já disse que visão e a compaixão devem nos motivar em realizar Missões, mas eu acrescento mais  um ingrediente de suma importancia, a Ação. Se não agirmos não seremos parte integrante deste ministério que é para todos, Sim. Primeiro em Jesrusalém, depois na Galiléia, Samaria e por fim os confins da Terra. Há um ledo engano quando pensamos em Missões e nos vem a mente terras estrangeiras. Muitos querem ser misionário nos confins da terra mas não tem intrepidez para pregar aos seus parentes, amigos ou colegas de trabalho ou escola. O grande desafio da Igreja de visão Missionária neste inicio do século XXI é exatamente este,  primeiro despertar  os membros do corpo de Cristo que  todos somos missionários por vocação e convocação do prórpio Senhor.  Segundo que Missões começa em casa, senão que prazer terás em ganhar o mundo todo, e teu filho, tua irmã, teu pai não conhecerem a Cristo através de ti, ou perderem a salvação? Precisamos quebrar o encantamento  que muitos ainda tem, de que fazer missões é  fazer uma viajem ao exterior, ficar alguns meses e quando voltar escrever um livro de memórias. Reforço que devemos despertar nossos membros a velha prática do evangelismo pessoal, pois infelizmente temos ai uma geração de adoradores que não tem o hábito de testemunhar e pensa  que "isto" é com o ministério pastoral.
Crescemos ouvindo que o Brasil  é o celeiro de missionário para o mundo todo! No entanto em muitas cidades brasileiras  não tem  ainda uma igreja evangélica. Nós temos a nossa janela 10X40 é só ir lá no norte e nordeste e veremos a supremacia da igreja oficial  e os evangélicos ..?? Não me entendam por pessimista ou nacionalista, penso que nosso país  espera muito de nós cristãos e na realidade estamos de costas para ele. É muito interessante  e necessário enviarmos missionários aos quatro cantos do mundo, mas não podemos esquecer dos amantes do futebol, dos apaixonados pelo carnaval, dos filhos das drogas, dos corruptos, dos adeptos.... em terras Brasilis.
Deus  Salve  o  Brasil  !

5.9.09

INDEPENDÊNCIA OU MORTE !

Esta frase dita nos moldes do ambiente e circunstancias em que foi proclamada gerava muitas esperanças. Aliás, a história mostra que o Brasil é um país que sempre viveu de falsas esperanças. Talvez a primeira grande esperança do povo brasileiro foi à própria Proclamação da República. Naquela época a já então pujante América do Norte impressionava e inspirava os brasileiros. Com a nossa república, copiamos tudo o que era possível ser copiado deles, desde as instituições e organizações do Estado como até o próprio nome do país. Ao copiar a forma, porém, esquecemo-nos do conteúdo. Ao observarmos as realidades do Brasil e da América do Norte, vemos que enquanto aquela se tornou democrática, rica e próspera, nós só agora estamos engatinhando uma democracia e o povo não tem acendido as riquezas e não tem o direito a prosperidade. Nós sempre vivemos constantemente em crises, econômica e política, e piorada por uma situação social que se agrava a cada dia. É preciso voltar nossa atenção ás razões que nos levaram a termos esse quadro. Enquanto a rica América do Norte foi colonizada pelos filhos da Reforma Protestante, nós da América Latina fomos explorados pelos pais do catolicismo retrógrado europeu na época, Portugal e Espanha. Os primeiros colonos que chegaram à América do Norte trazendo suas famílias e suas bíblias não imaginavam que estavam lançando os trilhos sobre os quais trafegam hoje o maior país democrático e a maior potência econômica mundial. A proposta deles era colonizar e contribuir para a liberdade. Acreditavam muito no trabalho como fonte de riqueza, defendendo assim a liberdade.No Brasil e América Latina a perspectiva era oposta. O objetivo da colonização era para apenas explorar as riquezas naturais, enriquecendo-se facilmente, rapidamente e com o mínimo de trabalho. Não trouxeram suas famílias. Não havia liberdade religiosa e nem podiam ter acesso as Sagradas Escrituras e vivam sob a opressão absolutista. O trabalho era visto como um mal, enquanto que as “espertezas” e o “levar vantagens” formavam a base ideológica. Desse modo, assim foram lançados os trilhos sobre os quais até hoje o Brasil trafega. Nosso subdesenvolvimento reside no fato de se ter esperança naquilo que é absolutamente incapaz de solucionar coisa alguma. Lideres que pensam de maneira subdesenvolvida, especialmente quanto á conceitos relativos á situação e prática de princípios morais, democráticos e econômicos. Quero dizer que pensam errados, sem aprender as lições que a história ensina; significa não enxergar as próprias mazelas, e não dispor dos princípios capazes de elevar o homem á condição que deseja o seu criador de Igualdade e Fraternidade, Justiça e Paz.

26.8.09

A CRISE NO SENADO

Ela é ética ou moral? Independente qual seja o caráter desta crise, o que nós todos já sabemos é, que ela tem raízes bem profundas no seio da nação brasileira e no bolso de todo trabalhador honesto deste País.Tudo começou quando acreditaram que o Estado e os Políticos deveriam funcionar como instrumentos de produzir Justiça Social neste País. Esta postura permitiu ainda mais o desenvolvimento do paternalismo estatal e do clientelismo elaborados pelos políticos. Hoje fica muito claro como muitos políticos, utilizando-se dos próprios recursos do Estado, mantêm-se em seus cargos vitaliciamente, juntamente com sua parentela, cabos eleitorais, amigos e outros que se beneficiam de maneira questionável. O pior de tudo que atualmente estabeleceu-se a crença de que o Estado deve resolver os problemas de todos. Frases como “Transporte, direito do povo, dever do Estado”, Saúde, direito do povo, dever do Estado” e “Habitação, direito do povo, dever do Estado”, já estão arraigadas em nossas mentes que de tanto serem repetidas, a maioria já passa a acreditar nessas idéias como verdades absolutas e imutáveis. As pessoas não se atêm ao fato elementar de que o Estado não cria riquezas; ele simplesmente retira riquezas da sociedade produtiva e administra-as para o possível beneficio publico. E aqui está o gargalo desta crise do Senado.Os protagonistas que não são poucos se auto-intitulam promotores da justiça social dos Estados que representam, ou melhor, dizendo das Capitanias Hereditárias que exploram. Este é o caso típico em que o Estado e os que nele se locupletam (os políticos e sua horda) atravancam o progresso e promovem esta estagnação que como diz o hino nos deixa eternamente deitados no berço esplêndido do subdesenvolvimento.Legislando em causa própria, saqueado os bens públicos, explorando as riquezas produzidas pelos trabalhadores,.......... pobre Brasil. Mas a mãe destes males realmente se chama Impunidade que é irmã da Vergonha na Cara que há muito não se vê por aqui.Lembro-me fortemente de dois textos, um no Antigo Testamento Malaquias 3:18 “se verá a diferença entre quem teme a Deus e quem Não teme e no Novo Testamento em Apocalipse 22:11 “Quem é injusto continue praticando a injustiça”...ou quem é sujo continue fazendo sujeira....A velha Bíblia, a milenar Palavra de Deus continua Viva e atualíssima nada de novo debaixo do Sol.

13.8.09

Impunidade e Religiosidade

A impunidade corre solta na nossa sociedade. Infelizmente, essa praga não depende do nível social ou educacional de seus praticantes. Trata-se de um mal generalizado. Ficam impunes desde os pequenos delitos até os mais sérios crimes contra o próprio estado. Apesar desse quadro lamentável, qual é o conselho que as vitimas da injustiça mais ouvem? “Deixa prá lá, não vai dar em nada mesmo”. O pior que este conselho é geralmente seguido, porque no nível de consciência popular, sabe-se que é muito provável que nada aconteça ao infrator. Não se acredita em justiça o suficiente para buscá-la. A impunidade é, antes de tudo, o estímulo para que se pratique o delito. A violência e a corrupção são igualmente estimuladas pela impunidade. O cidadão comum acaba se auto-aprisionando em sua residência enquanto o marginal goza de liberdade. O enriquecimento ilícito e impune acaba sendo o exemplo e o modelo de vida bem sucedida. A impunidade encontra perfeita acolhida no seio da crise brasileira. É raro encontrar um verdadeiro e genuíno interesse de se fazer justiça e cumprir a legislação, principalmente no sentido de se apurar as questões necessárias, aplicando-lhes a merecida punição, veja os casos recentes de malversação do dinheiro público no Senado Federal. Onde se encontra a principal razão desta impunidade?
Ela não surgiu agora, mas tem profundas raízes em nossa formação como nação e faz parte de nossa cultura. Desde os primórdios temos elaborado o famoso “jeitinho brasileiro”, o qual consiste em tornar honesto o que é desonesto, a mentira em verdade, a corrupção em “esperteza”, o ilegal em legal e assim por diante. Um dos importantes aspectos culturais relacionados com a impunidade é a nossa religiosidade. Precisamos ter consciência de que tudo aquilo fizermos que prejudique ao nosso semelhante certamente, haverá punição (a famosa lei da semeadura- plantou / colheu). E a ausência desse conceito na formação religiosa nacional tem provocado esses grandes desastres atuais.
Pois muitos de nossos políticos, homens públicos, ídolos e até lideranças eclesiásticas tem a coragem de dizer: “faça o que eu mando, mas não façam o que eu faço”. Existem diversos aspectos doutrinários da Igreja que, a meu ver, contribuem para a disseminação da idéia de impunidade. Há, por exemplo, diversos, sacramentos ricos de rituais religiosos, mas vazios espiritualmente. Durante a sua prática social, os pecados podem ser confessados ao sacerdote e ele prescreverá a penitência a ser executada. N a realidade, passa-se pela vida impunemente, pois é facílimo barganhar e comercializar a justiça com Deus. Isto é apresentado pela maior igreja cristã do Ocidente. Assim diminu-se terrivelmente a seriedade do pecado, visto que ele pode ser apagado de modo tão corriqueiro e com base no mérito humano. A igreja assumiu o papel de representante de Deus junto aos homens, numa negação clara do texto que nos diz que o único mediador entre Deus e os homens é Cristo. Mesmo não tendo uma justiça forte, ampla, imparcial e de fácil acesso, não podemos esquecer-nos do nosso Supremo Juiz, que é Deus. Queiramos ou não, creiamos ou não, todos um dia teremos de passar diante dele, para sermos julgados por Ele. Todas as falsas doutrinas, seus seguidores terão um dia de se explicar diante de Deus. A Bíblia nos mostra que o nosso Deus é um Deus de justiça. Não existe impunidade diante do Deus Vivo e Verdadeiro. O importante é que não podemos nos enganar ou permitir que nos enganem; Eu mesmo devo conhecer o que a Bíblia diz para mim. Deus é justo, com Ele não existe o jeitinho e um dia lá na eternidade, nós nos encontraremos face a face com aquele que disse:
“Nisto está à diferença entre os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica a justiça não procede de mim......(tradução livre de I Jo.3:10).

7.8.09

CARIDADE NÃO É JUSTIÇA

Na parábola do Bom Samaritano, os ladrões agiram violentamente contra a sua vitima; o sacerdote e o levita tinham uma mentalidade passiva e agiram ao largo da vítima, para permanecerem neutros (fortalecendo ainda mais a injustiça); o Bom Samaritano usou o que tinha disponível: cavalgadura, azeite, vinho, roupas, dinheiro, força física e compaixão (Lc 10: 25-37). Se fosse em nossos dias ele ainda iria á policia reclamar por falta de segurança na estrada de Jericó. A igreja age politicamente quando nada faz: está concordando com o status quo. Já se disse que o triunfo do mal está em que as pessoas boas nada fazem. Os vilões nas parábolas de Jesus geralmente eram homens que deixavam de fazer as coisas que deviam ter feito. O homem rico deixou Lázaro jazendo ás portas de sua casa sem lhe oferecer ajuda; o servo não fez o uso de seu talento. Por isso, receberam uma duríssima condenação.O contrário do amor não é bem o ódio, mas a indiferença. As igrejas por serem portadoras de tradições com sentidos e valores fundamentais, deveriam ser o lugar para intermediar o direito a ajuda aos injustiçados, aos desvalidos, aos desfavorecidos, e não um ponto de caridade assistencialista.Pois caridade não é justiça. Um ato de caridade é uma resposta espontânea, temporária e singela a um acidente ou tragédia. As condições de injustiça não são acidentes, pois não são “atos de Deus”, mas de homens. O atendimento ás vítimas da injustiça exige que as causas fundamentais da injustiça sejam localizadas e removidas. A caridade não pode substituir a luta por soluções fundamentais. Dar ao doente com pneumonia uma caixa de gaze pode ajudar alguma coisa, mas não ajuda na recuperação do enfermo, que depende de outros fatores. Nesse sentindo, tem razão quem diz que as organizações de ajuda estão apoiando um sistema de injustiça, se não questionam por que o povo passa necessidades. Jesus superou os patriotismos egoístas e universalizou a idéia do próximo. A injustiça praticada contra alguém, onde quer que seja me diz respeito. No grande julgamento (Mt. 25:31-46), ouviremos que servir aos outros em suas necessidades é servir ao próprio Senhor. Ignorar os pobres é afastar-se do Senhor. Ser perseguido por causa da justiça é ser perseguido por causa de Jesus. (Mt.5:6-11).

4.8.09

MUDA BRASIL !

Este é um País que se diz cristão, mas nada tem de cristã a nossa prática social.
Cria-se a cada dia uma nova fórmula de burlar as regras e as leis, de ignorar compromissos e de se explorar o próximo.
Acredita-se, que é preciso ser mais esperto que os outros, e que é preciso passar os outros para trás com o objetivo de se atingir os próprios interesses ( velha Lei de Gerson).
Como consequência, a sociedade como um todo sai perdendo. Aprende-se que o trabalho é bom só para os outros, esquecendo-se de que todos devem trabalhar de maneira competente, eficiente e produtiva.
A crise ético-moral que nosso país está passando, é um reflexo da falta de compromissos éticos, morais e espirituais de seu povo. Alguns podem até achar que Deus nos abandonou. Na verdade, nós é que nunca tivemos um compromisso verdadeiro e bíblico com Ele. Deus não é o autor da miséria, do sofrimento, da imoralidade, da desonestidade, da mentira, da impureza, e da corrupção.
Nós, homens, é que construimos toda essa situação; fizemos a opção pelo mal. Tudo isso que vivenciamos nos últimos dia, representa o oposto da vida plena com Cristo e aponta para o sucesso das forças malignas.
Uma sociedade é composta de pessoas, e essas pessoas formam os valores da coletividade; o individuo faz a diferença. Sua ética, seus príncipios, seus valores e sua forma de ser fazem a diferença entre o que é bom e o que é ruím.
É tempo de começarmos a analizar a maneira de como temos conduzido nossas vidas, como maridos, como pais, como filho, como trabalhador, como cidadão!
Precisamos urgentemente salvar o individuo para que se salve também a nação!
É preciso que reestruturemos nossas vidas dentro do que já se provou ser o melhor.
É preciso reconstruir a base moral e ética de toda a nação brasileira.
E isto deve começar dentro de cada um de nós, individualmente, até atingir aos demais.
Vamos realmente ser luz e sal como mandou nosso bom amado Senhor Jesus Cristo.

20.6.09

A QUESTÃO DA JUSTIÇA SOCIAL NA BIBLIA




Sem dúvida alguma a Bíblia é forte no tema da justiça social. No velho testamento ela trata de atitudes para com os menos favorecidos: pobres, viúvas, órfãos e estrangeiros, por ocasião da colheita, os israelitas deviam deixar um pouco para eles ( Dt.24:19-21). Empréstimos com juros são proibidos (Ex.22:25). Todas as pessoas, inclusive escravos e imigrantes têm o direito a descansar no sábado (Ex.23:12). Os escravos não devem ser tratados com rigor (Lv.25:39-43).

Há uma clara relação entre opressão e pobreza: Deus exorta aos hebreus a se lembrarem que um dia eles foram escravos (Dt.26:5-8). O Deus do Êxodo intervem em favor dos pobres e dos oprimidos, que são o seu povo.

A mensagem dos Profetas era bem explícita: "Buscaí a justiça, acabaí com a opressão" (Is.1:17). Os Profetas gritaram contra os ricos e poderosos que oprimiam os pobres, e se indgnaram mais fortemente contra uma religião separada da justiça (Os.8:13); (Am.5:15, 21:25); (Mq.6:6-8); (Is.58:1-11; ...) Deus aceita ou rejeita o culto de Israel á base da sua preocupação exercida para com os pobres. Até mesmo a oração não pode substituir a ajuda aos pobres (Is.1:15-17).

Num Israel relativamente rico como era no Séc.VIII antes de Cristo, a pobreza não era acidental. A prosperidade dos ricos repousava grandemente na exploração e nos maus tratos aos pobres, através de um sistema legal que favorecia os ricos, o controle dos monopólios, a restrição do comércio, os salários injustos e o aumento abusivo dos preços. Muitos pobres perderam até suas terras para os grandes proprietários. Um pouco depois, Ezequiel censura os ricos por acumularem inescrupulosamente propriedades com fins especulativos (Ez.22:29).

Muitos Salmos descrevem Deus julgando o mundo com justiça (Sl. 96:13; 97:6; 98:9). Sua vontade é que a justiça e a paz se beijem (Sl.85:10,11). O Senhor "faz justiça aos oprimidos" (Sl.146:7).

Já no novo testamento o ministério de Jesus trará boas novas aos pobres, anunciando um jubileu(Lc.4:16-19). No ano do jubileu, a cada 50 anos o solo devia ficar sem cultivo, as dívidas deviam ser perdoadas, os escravos libertados e a propriedade devolvida aos proprietários que a tivessem perdido por causa de alguma dívida.

Deus em Cristo, tornou-se pobre, escolhendo os fracos, como diz Paulo, para confundir os poderosos (ICor.1:26-29). O reino de Deus, disse Jesus, é dadoaos pobres, e aos ricos, caso se convertam. Esse reino inaugura um novo relacionamento: com Deus e com os outros. Esse reino coloca por terra nossos valores tradicionais; assim, os primeiros no reino são aqueles sem qualquer posição na sociedade. Os pobres são bem-aventurados não por caua da sua pobreza e miséria, nem por que sejam melhores que os outros, mas porque reconhecem suas necessidades diante de Deus (Mt.5:3-11, 11:5, Lc 6:20).

Para o rico inconverso, o evangelho é uma notícia ruim, e não boa-nova. Assim, Jesus pede ao moço rico, com seu desmedido amor pelo dinheiro e pelo poder, que venda suas propriedades e doe aos pobres, para que tenha "um tesouro no céu". E fala que é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino (Mt.19:16-30). Por isso, não é de estranhar que os pobres, os marginalizados e os excluidos o ouviram com tanta satisfação.

Ele participou de festas com pessoas sem reputação, para contestar, com seu comportamento, as instituições religiosas e seus líderes. Esses líderes ficaram escandalizados com o fato de que este mestre viera de Nazaré, uma cidade obscura e esquecida. O reino de Deus não é algo que nós passivamente esperamos, antes ajudamos a fazer este reino acontecer. Há um mistério aqui: Devemos semear a semente; Deus dá o dom da vida, para que possamos fazer a colheita. Ele nos chama para sermos co-redentores com ele.

Em Caná faltou vinho e Jesus pediu a cooperação dos servos e, ao mesmo tempo, produziu vinho. Hoje, falta emprego, oportunidades, liberdade,lares, esperança e justiça. Se não enchermos as talhas, não haverá milagres também.

As Epístolas estão repletas de admoestações quanto ao cuidado para com os pobres. Por exemplo: Gálatas 2:10; Tiago 2:5-7: 5: 1-6; IJoão 3:17, ITimóteo 6:17-19. A ganância é um pecado cardeal e uma forma de idolatria (ICor.5:10,11; 6:10). A Bíblia não condena a desigualdade de posses em si mesma. Jesus se alegrou com os banquetes na Galiléia e sofreu com a sede no Gólgota. Paulo experimentou tanto a prosperidade quanto a pobreza.

O que a Bíblia condena é a indiferença dos ricos para com os menos favorecidos. Nós devemos abençoar os pobres não de maneira paternalista, mas como Deus nos abençoou, isto é, com justiça gratuita e não com justiça de interesses. A meta da Justiça divina não é a igualdade mas a Paz : "E o efeito da Justiça será a Paz e a operação da Justiça repouso e segurança para sempre" Isaias 32:17.

2.6.09

A CRISE, QUE CRISE?

É muito comum ouvir-se hoje em dia falar de crise. Crise de valores, de conceitos, de príncipios, de ideologias, na economia, na politica, na religão, na cultura. Parece que o mundo todo entrou num processo caótico, desgovernado e não consegue mais dar uma explicação satisfatória para o embaralhamento geral das coisas.Principalmente as pessoas de mais idade, que formaram suas cabeças e idéias em décadas anteriores, falam com mais enfase desta crise, dizem que hoje o mundo está como que esfacelado e caminha de uma forma desregrada, não se sabe muito bem, para onde. Há um mal estar no momento atual, isto é inegavél.
As pessoas vivem mas acham que não tem mais o mesmo estímulo para fazer as coisas que antes faziam. Empurram a vida em vez de viver e vêem de uma hora para outra desaparecer todas as coisas que antes davam sentido à sua existência, que lhes indicavam por que causa deveriam lutar, para onde deveriam dirigir sua vida e a razão de fazer a sua vida ter um sentido.
As pessoas repetem todos os anos as mesmas experiências: Passagem de Ano, Feriado de Carnaval, Festa da Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Férias de Julho, Dia dos Pais, o Natal e novamente a Passagem de Ano, em suma, vivem todos os anos uma sequência regular de repetições. Isso lhes transmitem uma falsa sensação de segurança, mas a realidade é, que tudo isto gera uma correira sem se sair do mesmo ponto.
Ai esta a raiz desta crise , ela é uma crise existêncial, a mãe de todas as crises. As pessoas vivem por viver, sem perspectivas, e não se dão conta que suas vidas estam sendo manipuladas, perderam o senso de direção, cadê a bussola?
Mas o Apóstolo Paulo nos deixou a receita para vivermos estes dias, sem crise, esta lá na carta aos Romanos no capitulo 12:2: "Não vos conformeis com este século,mas transformai-vos pela renovação de vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradavél e perfeita vontade de Deus". Para que você fixe em sua mente este conselho de Paulo, vamos ler esta passagem na tradução da Biblia Viva que é numa linguagem de mais fácil compreenção: " Não imitem a conduta e os costumes das pessoas deste século, mas seja, cada um, uma pessoa nova e diferente, mostrando uma sadia renovação em tudo quanto faz e pensa. E assim vocês aprenderão, de experiência própria, como os caminhos de Deus realmente satisfazem".
Nós Cristãos fomos chamados para fazer diferente, não para sermos como os demais, mas ser o diferencial, por tanto , foooora crise.

1.6.09

O PROFETA DE FÉ

Profeta de fé não vai pra igreja,
VAI PRO CAMPO ESPIRITUAL;
Profeta de fé não evangeliza,
ARRANCA A ALMA DAS GARRAS DO DIABO;
Profeta de fé não lê a Bíblia,
CONVERSA COM DEUS;
Profeta de fé não ora,
CLAMA A PLENO PULMÕES;
Profeta de fé não dá o peixe,
ENSINA A PESCAR;
Profeta de fé não luta contra demônio,
LUTA CONTRA PRINCIPADO E POTESTADE;
Profeta de fé não diz: se Deus quiser,
DIZ EM NOME DE JESUS;
Profeta de fé não atende as pessoas,
DA À DIREÇÃO;
Profeta de fé não vai atrás do desviado,
DESCE NO INFERNO E RESGATA A ALMA PERDIDA;
Profeta de fé não diz: Deus sabe, DIZ:
SEI EM QUEM TENHO CRIDO;
Profeta de fé não pisa no diabo,
ESMAGA-LHE A CABEÇA;
Profeta de fé não questiona:
OBEDECE