23.11.09

Crianças e Jovens, Maturidade e Ética.


É alarmante o numero de crianças e jovens que estão sendo arrastados para uma vida marginal ao serviço do crime e das drogas em nosso País. Diariamente os noticiários jorram em nossa sala de estar este esgoto a céu aberto em nosso bairro, na nossa cidade, em nosso estado e nação. A maturidade legal está determinada na Constituição Brasileira. Alguns direitos e deveres civis iniciam aos 16 anos, como no caso do direito do voto, mas grande parte das responsabilidades civis, como no caso penal, são definidas aos 18 anos, como a idade em que o individuo exerce seus principais deveres cívicos e patrióticos. Porém, a maturidade plena só é atingida aos 21 anos. A maior dificuldade, no entanto é estabelecer critérios, quanto mais objetivos possíveis, para definir a maturidade psíquica, moral e espiritual da pessoa. As perguntas mais freqüentes que surgem são: quando é que uma pessoa adquiriu autonomia e independência sobre os seus atos? Ou, quando é que deixa de ser “criança” e passa a ser adulta? Em outras palavras, quando é que não precisamos mais obedecer aos pais e podemos tomar conta do nosso próprio nariz e fazer da nossa vida o que bem entendermos? Estas questões implicam em tomada de decisão sobre ações que mais tarde podemos nos arrepender de tê-las feito e nos lastimar por não termos dado ouvido a pessoas mais experientes.O ser humano, a cada novo momento da vida, depara-se com situações novas que nunca viveu antes e sobre as quais não tem o mínimo conhecimento. Por isso, é importante que esteja aberto para aceitar o conhecimento daquelas pessoas que já passaram por experiências semelhantes, a fim de aprender as lições de vida que outros já tiveram. Por isso, maturidade tem muito mais a ver com bom senso do que com capacidade intelectual e psíquica. Maturidade não se mede pelo Q I  de uma pessoa, mas por sua boa vontade  em aprender e praticar aquilo que se traduz em consciência ética. Maturidade ética tem tudo a ver com as características da pessoa, da dimensão racional (cognitiva, volitiva e afetiva), da razão das ações e da consciência social que o individuo tem ou deixa de ter. Por isso desde nossa infância é de suma importância termos um alicerce sobre o qual edificaremos nossa vida quando adulto. Pois se lá, na infância não somos responsabilizados pelos nossos atos  e nem são levadas sério nossas decisões, muito provavelmente nosso senso de ética nos fará sofrer “os rigores da lei”. Esta onda de destruição de nossas crianças já conseguiu derrubaram baluartes  referenciais tais como, família, escola, estado.Por favor, lideres evangélicos vamos despertar e nos voltar aos pequeninos de nossa comunidade, não falo de nossas crianças dentro de nossas igrejas, mas das que estão ao redor do nosso magnífico templo.

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