28.1.11

Tudo é uma questão de confiança.


“Você compraria um carro usado deste homem"?
 Nos Estados Unidos é muito comum esta pergunta, referindo a confiabilidade de uma pessoa conhecida ou mesmo de alguém que nunca vimos antes.
A confiança em alguém às vezes é pura intuição; nem sempre temos dados concretos ou conhecimentos suficientes sobre a história de alguém com quem estamos prestes a fechar um negócio, mas levamos em conta o que ele nos transmite no contato pessoal.
“A mentira tem perna curta” é um ditado popular no Brasil.
Uma pessoa desonesta via se revelar nos pequenos detalhes, se soubermos perceber. 
O óbvio só é óbvio para o olho preparado. E mais, se alguém, se mostra desonesta uma vez, trai a confiança do outro e dificilmente haverá uma segunda vez com a mesma pessoa.
A eficácia da mentira tem prazo curto, enquanto que as melhores relações e os melhores negócios são os que se cultivam a longo prazo. Este princípio é básico na comunicação interpessoal e também na comunicação entre empresas, entre empresa e consumidores, entre governo e a população e até entre igreja e comunidade.
O poder com base na mentira é ilusório.
O grande Rei Davi disse a mais de 3mil anos atrás, com grande sabedoria: ”Uns confiam em carros, outros na força dos cavalos, mas eu deposito minha confiança somente em Deus”. 
Poderíamos traduzir este texto, para como vive a nossa sociedade hoje: “Uns confiam na tecnologia, outros em seus conhecimentos e se esquecem de Deus”.
Depositar confiança em determinada pessoa ou até mesmo em nossos conhecimentos e intuição, tem sido a causa de muita dor de cabeça em nosso dia-dia. 
A confiabilidade tem se tornado em amarga decepção, tanto no âmbito familiar, como no local de trabalho, com relação ao governo e até nas relações eclesiásticas.
Mas o Rei Davi nos prescreve a receita de sua vida  vitoriosa quando nos diz:” que desde a minha juventude tenho depositado toda a minha confiança em Deus e tenho certeza que na minha velhice Ele não me decepcionará”.
Ah se muitos pais, governantes e lideres religiosos soubessem transmitir esta grande verdade e se muitos  tivessem a coragem de assumir este compromisso, não teríamos que muitas vezes chorar lagrimas amargas de grandes fatos negativos que todos os dias tomamos conhecimento em nosso de redor.
Tudo é uma questão de confiar.

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