10.6.11

Passeata gay e a Bíblia

Durante as manifestações que se fez em nosso País pela homologação da união civil de homossexuais ou passeata gay, como queiram chamar, houve uma apresentação de alegorias, faixas e cartazes na defesa desse estilo de vida, e, entre os defensores de tal conduta, alguém apresentou um cartaz portando uma Bíblia aberta, invocando o texto "amai-vos uns aos outros".
Jamais o grande mandamento do Amor foi citado em contexto tão distorcido como este.
Jamais também a Bíblia foi exibida com finalidade tão profana e infeliz como naquele momento.
A presença do grande livro em exibição pública como simbolo da defesa da união homossexual envolve um tipo de contradição como entre trevas e luz, o bem e o mal, a vida e a morte.
Pois logo no inicio, a Bíblia estabelece como principio irreversível a união entre homem e a mulher como base da família e da sociedade.
Conforme o registro de Gênesis 19, ao surgir pela primeira vez a pratica do homossexualismo, os habitantes da região foram totalmente destruídos por ordem divina.
Tal prática continuou sendo repelida na legislação de Moisés.
Era passível de condenação á morte o homem que tivesse relação com outro homem como se fosse mulher. Chegando no Novo Testamento, tal aberração continua a ser condenada.
 O Apóstolo Paulo, em sua epístola aos Romanos capitulo 1, a qualifica de:
 "concupiscência", "imundice", "paixão infame", "torpeza", "sentimento perverso", "iniquidade".
Sobre a exibição da Bíblia aberta como defesa da união da união civil entre homossexuais, só tenho a protestar:
"Antes fosse queimada numa praça do que servir á infâmia e á desgraça".

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